Há muito o que se discutir quando o assunto é moda e beleza, principalmente quando se trata do preconceito de quem ainda não examinou o impacto desse setor globalmente. Sendo assim, vamos à alguns itens que comprovam o impacto da moda e beleza na economia, na autoestima e autoconhecimento.

A indústria da moda movimenta bilhões no mundo e, de acordo com a Associação Brasileira da indústria têxtil (ABIT), as indústrias de moda representam mais de 5% do PIB do Brasil, além de proporcionar emprego para mais de 2 milhões de pessoas.

O ramo de estética não fica atrás, mesmo com a crise, o brasileiro não deixou de se cuidar. A estética deixou de ser somente o cuidar da beleza, representando o cuidar da saúde e bem-estar. A entrada da mulher no mercado de trabalho e sua condição de chefe de família, o maior interesse masculino por tratamentos estéticos, fizeram com que os ganhos neste setor aumentassem, além da queda pela procura de cirurgias plásticas e busca por tratamentos financeiramente mais acessíveis e menos invasívos. Somente em 2015 a previsão de faturamento foi de 9 bilhões, contra 3,5 bilhões em 2014. Hoje, o Brasil está em terceiro lugar no ranking mundial do consumo de produtos estéticos, atrás somente dos EUA e China.

As mídias colaborando para esse crescimento, criam esteriótipos e imagens “perfeitas” que prejudicam a saúde mental de quem não filtra e se compara todo o tempo ao que vê, querendo alcançar um padrão que nem se quer é próximo de sua realidade.

A grande sacada é: Conhecer o próprio corpo, entender o que valoriza e se conhecer!

Isso ajudará você a encarar esse mercado de forma positiva e menos consumista.

Não é tudo que está na vitrine, na revista ou nas ruas que te servirá. A comparação com o que é visto é inevitável, o ser humano tem sua fonte de desejos ilimitada, o que facilita para a indústria e é aí que ela te pega. Como quer se ver, se sentir e ser visto? Se não souber responder, a indústria o fará por você.

Pode-se ver isso como cruel ou como possibilidade, assim como é importante dosar a quantidade de tempo navegando na internet, assistindo televisão, ou qualquer outra tarefa, é necessário medir o que você está se comparando e aceitando como verdade. É saber usar.

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