O título deste post é nome de um livro encantador de psicologia, sobre a teoria humanista de Carl Rogers. Já postei, inclusive, algumas frases aleatórias tiradas de lá. O processo de autoaceitação, de entrega e respeito por si é claramente vivenciado na terapia. Não longe disso, posso garantir que a consultoria é um processo de tornar-se, de redescobrimento, encontro, conhecimento, entendimento de si, do próprio corpo e da própria imagem. Da mesma forma que devemos controlar o que dizemos em palavras, podemos controlar o que falamos com o que escolhemos usar em nós, no nosso corpo. Moda é comunicação e das mais sinceras. Aprender sobre nossa própria linguagem corporal, e visual, nos torna únicos e potencialmente criativos e independentes para sermos, sermos felizes e confiantes, na própria pele.

Como dizia Caetano Veloso:”Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é!”. Como a grama do vizinho aparenta ser mais verde, grande parte das pessoas só conseguem olhar sua dor e não aprendem a se deliciar por serem quem são, as vezes o que elas veem como defeitos é o que às tornam únicas.

Vivemos em grupos, pertencemos à diversos lugares – trabalho, família, amigos, cursos, academia… – e, temos papéis diferente para cada. Ter papéis diferentes não significa ser outra pessoa, vestir uma máscara, mas saber comportar-se e expor qualidades pessoais para determinado campo. Nesta linha é a consultoria de imagem em grupo, para que cada participante possa levar seus questionamentos, dividir experiências, conhecer novas pessoas e possibilidades. O mais legal é poder fazer com uma amiga, que será cúmplice da transformação e auxiliará no pós grupo.

 

 

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